Sunday, February 15, 2009

ABBOTSFORD Casa de Sir Walter Scott em Scotish Baronial Revival

































Walter Scott nasceu a 5 de Setembro de 1771 em Edimburgo.
Filho de Anne Rutherford e de Walter Scott , a infância de Sir Walter Scott foi preenchida de doenças e dificuldades. Ele frequentou a Universidade de Edimburgo a partir dos 12 anos e aos 21 era já um Advogado em pleno, praticante da profissão.
Em 1799 ele foi nomeado Deputy Sheriff de Selkirk.
Esta nomeação, juntamente com um amor e interesse genuínos pelo campo e vida campestre escocesas, cultivados desde a infância, levou-o a adquirir propriedade e estabelecer residência nas margens do rio Tweed.
Sir Walter Scott viveu em Abbotsford com a sua mulher francesa, Charlotte Charpentier, e as suas quatro crianças, e faleceu em Abbotsford a 21 de Setembro de 1832.









Abbostford é a habitação construída como residência por Sir Walter Scott, autor de novelas famosas do Sec. XIX, que se tornaram em clássicos intemporais e com títulos como Waverley, Rob Roy, Ivanhoe e Lady of the Lake.

Em 1811, Sir Walter Scott adquiriu a propriedade que se iria tornar na sua famosa mansão de Abbotsford.
Esta propriedade situa-se no coração das fronteiras escocesas e nas margens do rio Tweed.
A sua construção prolongou-se por 6 anos e estava concluída em 1824.
O seu arquitecto foi William Atkinson e a concepção dos seus interiores foi dirigida por George Bulloch.
Os trabalhos foram executados por operários e artesãos locais.
A abertura ao público tomou lugar em 1833, apenas cinco meses depois da morte de Sir Walter Scott e esta casa tem sido visitada desde essa data, sem interrupção.
Como é possível admirar através das imagens, a casa está recheada de uma colecção impressionante de relíquias, armas e armaduras.
A sua biblioteca contém 9.000 volumes raros.






































O "Scotish Baronial Revival" constitui um movimento romântico de Revivalismo, comparável ao contemporâneo "Gothic Revival", onde está presente uma busca nostálgica para uma idade de ouro perdida algures num passado idealizado e perdido, e onde, neste caso da Escócia, a busca de uma identidade nacional procura uma afirmação e uma confirmação assumida como independente e especifica.


































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